
Ibiporã em cinco paradas: do café ferroviário à arte de Henrique de Aragão
Tempo estimado: 4 a 6 horas
Este roteiro pedestre percorre cinco dos principais espaços culturais de Ibiporã (PR), cidade reconhecida pela produção artística de Henrique de Aragão e pelo acervo de esculturas ao ar livre. A sugestão é começar pela memória do ciclo cafeeiro e da chegada dos pioneiros, seguir para os registros documentais da cidade, visitar o ateliê que formou gerações de artistas, contemplar a arte sacra na Matriz e encerrar entre as obras públicas espalhadas pelas praças.
1. Museu do Café — A antiga estação ferroviária, tombada pelo Patrimônio Histórico do Paraná, preserva o legado do café e da malha ferroviária que estruturou o município. O pátio abriga casas de ferroviários reutilizadas em projetos culturais.
2. Museu Histórico e de Artes — No prédio da antiga Prefeitura, o espaço reúne objetos doados por famílias locais e acervos documentais e audiovisuais, oferecendo panorama da vida cotidiana e institucional de Ibiporã.
3. Casa de Artes — Inaugurada em 1966, foi residência e ateliê de Henrique de Aragão por cinco décadas. O local manteve oficinas de artes plásticas, teatro, ballet, música e literatura, e conserva obras do artista e de outros criadores regionais.
4. Igreja Matriz Nossa Senhora da Paz — Construída entre 1950 e 1959 com doações da comunidade cafeeira, a igreja de estilo românico abriga vitrais italianos, afrescos e esculturas de Henrique de Aragão, entre elas o Cristo Ressuscitado.
5. Museu de Esculturas ao Ar Livre — Desde 1989, um corredor de obras públicas — em sua maioria de Henrique de Aragão — ocupa praças e jardins da cidade, como Verso e Reverso, A Sétima Bailarina e Desfolhando a Margarida.

Galeria





Patrimônios

MUSEU DO CAFÉ
Estação ferroviária tombada e memória do café

MUSEU HISTÓRICO E DE ARTES
Espaço de memória no antigo prédio da Prefeitura

CASA DE ARTES
Ateliê de Henrique de Aragão e celeiro cultural

IGREJA MATRIZ PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA PAZ
Arquitetura românica e vitrais italianos (1959)
